terça-feira, 7 de julho de 2009

capitulo 6 - Uma nova dificuldade


Diego ao voltar e procurar por Carlo, não o viu, mas ele não podia ficar por ali logo por que os mortos estavam indo em sua direção.
Ele acabou saindo correndo para o fundo novamente mas ao correr ate metade da cozinha se deparou com aquela grande criatura nos fundos, ele apenas fechou a porta, pois preferiria atacar zumbis do que aquele monstro.
Diego com sua katana foi cortando os mortos, cabeças, braços, pernas todos foram cortados, ele estava cortando e andando pra frente, tentando assim chegar a porta de entrada e pular para a casa de seu tio, onde lá poderia tentar achar Carlo.
Ele apenas chegou na porta depois e algum tempo havia muitos mortos dentro de casa, mesmo assim, ele ao chegar na porta da frente se debateu com mais dezenas de mortos caminhando em sua direção.
Não havia como ele subir no muro pois tinha muitos mortos a sua volta ele apenas podia correr para o portão e sair a rua, mais isso era suicídio.
Mas mesmo sendo suicídio era a única solução que ele havia pensando de poder sair dali, imagina se aquela criatura o atacasse não ir ter volta.
Diego saiu correndo pelo portão passando pelos mortos que ali havia, ele não podia parar, tinha muitos, não ia conseguir matar todos.
-onde estará Diego? Perguntou Marcela para Marta
-isso eu não sei, eu também queria saber.
Enquanto as garotas e Ricardo estavam escondidos no telhado da casa do tio de Diego, Carlo aparece pulando de volta da casa da avó de Diego.
-nossa o Diego esta bem? Perguntou Carlo a Marta.
-como assim, ele voltou pra poder ajudar você. Disse Bruna.
-não era pra ele voltar, eu falei que ia dar um jeito de escapar de lá.
-como ele ia saber, ele ficou preocupado com você. Disse Marta.
-droga, quando vocês saíram da casa e vieram pra cá, eu apenas entrei na dispensa onde tem um alçapão que dava para o telhado, assim fui me rastejando ate aqui. Explicou Carlo.
-temos que achar ele, não quero nem pensar no que pode ter acontecido com ele. Disse Marcela.
Enquanto isso Diego correndo ainda pela rua viu um lote vago onde tinha uma arvore que com ela ele poderia subir e pular o muro, e assim conseguiria ir pulando de telhado em telhado ate chegar na casa de seu tio novamente.
-então vamos ter que sair daqui e procurar ele. Disse Marcela.
-mas como vamos saber onde ele está, nem sabemos se ele esta vivo mais. Disse Ricardo.
-Marta olhou para ele com uma enorme vontade de esganá-lo.
-acho melhor todos nos esperarmos aqui e ver se ele aparece. Opinou Bruna.
-não podemos se aquela criatura ver a gente aqui, nos vamos virar comida dela, e devem ter muitas outras dela por ai. Disse Carlo.
-vocês vão e eu fico aqui esperando ele. Disse Ricardo.
Todos olharam para ele, e ficaram imaginando o por que dele ter falado aquilo, por que estaria arriscando sua vida por Diego.
-olha, como eu já estou infectado, não acho perigoso eu ficar aqui esperando ele, acho melhor vocês irem para algum lugar e quando ele chegar, nos iremos ate vocês.
-mas para que lugar? Perguntou Bruna
-o Diego queria ir para o shopping. Alertou Carlo.
-mas lá é perigoso não sabemos o que iremos encontrar lá. Disse Marta.
-mas é o único lugar onde podemos nos refugiar por um tempo, é o lugar mais perto onde consegui pensar. Falou Carlo.
-tudo bem então descemos ate a garagem e pegamos o carro. Finalizou Marta.
-ate mais ver Ricardo, e tome cuidado, tome esta faca se precisar. Disse Carlo lhe entregando a pequena faca.
Ao subir na arvore Diego consegue pular para dentro do muro da casa. Ao entrar ele fica surpreso pelo tanto de sangue que havia ali naquele local. Era tanto que ate parecia que tinha chovido sangue o daí todo.
Mas após andar um pouco descobriu do que era aquele sangue, havia um cachorro sem cabeça no chão, Diego não ficou preocupado, pois sabia que não havia perigo do cachorro levantar.
Ele apenas olhou em volta da casa para ver se não tinha nenhum perigo de ter algum morto vivo por ali, após ver que não tinha perigo olhou as maçanetas das portas se estavam trancadas, pois queria entrar, já estava escuro.
Não ia poder ficar pulando de casa em casa pelo fato de estar só e de que também era muito perigoso, Diego arrombou a porta e entrou com bastante cuidado.
Quando entrou viu que a casa estava em perfeita ordem não havia marcas de sangue nem de nada, acreditou que os moradores não estariam ali. Foi entrando nos cômodos e estava certo, a casa estava vazia. Ele apenas trancou a porta e foi preparar algo para comer, pois estava com muita fome.
Aquela noite seria muito longo, pois queria saber como esta sua família, estava com saudade de Marcela, queria saber onde Carlo estava.
Enquanto isso os outros seguiam em direção ao shopping no carro.
-olha aquela rua esta fechada não tem como a gente ir por lá, corta caminho por aqui Carlo. Disse Marta
Se você quiser dormir com os outros pode dormir, eu me viro aqui. Comentou Carlo com Marta.
No carro estava Carlo dirigindo, Marta no Banco de passageiro e os outros estavam dormindo no banco de trás.
-não vou dormi, só depois que chegar lá, falta pouco.
-tudo bem então, tenho que seguir devagar assim, pra não chamar a atenção de nada.
Os dois seguiram em frente ate chegar numa avenida conhecida, onde seguindo reto ela se podia chegar no shopping em apenas alguns minutos.
-de agora é só seguir meu amor, chegando lá vou tomar um banho e comer to com fome. Disse Carlo.
-estou preocupada com Diego, será que ele esta bem agora?
-deve estar, alem do mais ele...
Quando Carlo estava conversando com Marta, do nada, apareceu mortos vivos do nada, eram tantos em volta do carro que era ate complicado de passar.
Carlo então resolveu fazer uma pequena manobra com o carro, e seguir para a outra pista onde teve que cortar caminho por uma outra rua.
Enquanto isso Diego no quarto trocando de roupa depois de ter tomado um banho rápido, então decidiu ir ate a sala pra ver se algo na televisão estava passando ou se tinha algum filme, ele não ia conseguir dormi, desde que começou esse inferno ele não dormia.
Mas a chegar na sala, e ligar a luz da sala Diego se deparou com algo que o fez assustar.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Capitulo 5 - O começo de um novo fim


Ao ver aquele garoto em cima do muro todos ali presentes ficaram de bocas abertas, pois ninguém consegui imaginar um jeito daquele garoto chegar ate ali.
Eles ficaram ali por algum tempo olhando para o garoto, mas não conseguiam pensar em nada, foi até que a garoto cortou o silêncio.
-o que foi que vocês estão todos parados me olhando, estou com fome.
Diego como de costume, foi até o garoto primeiro que os outros e o perguntou.
-como você chegou até aqui sem ser morto por essas criaturas?
Diego estava tão serio e assustado ao mesmo tempo que sua voz estava tão tremula que ele pensou que ia desmaiar.
-eu apenas desci de lá do telhado e vim aqui, eu estava procurando sobreviventes, fazia tempo que não achava ninguém. Disse o garoto dando um sorriso.

Marta e Carlo puxaram o garoto para dentro e acabaram percebendo uma enorme mancha em seu pescoço.
-garoto o que é esta mancha em seu pescoço? Perguntou Marta para o garoto.
-a cinco dias atrás minha mãe antes de virar uma coisa dessas ela me mordeu.
Nessa hora todos ali presentes se afastaram do garoto, até Diego que estava mais próximo dele, pegou a espada e apontou para o garoto.
-como assim, por que você não disse que estava infectado? Perguntou Diego ao garoto.
-eu não estou infectado, eu fui mordido mais por algum motivo eu não virei zumbi, antes que eu conseguisse fugir minha mãe me mordeu.
-então você fugiu de sua casa, além disso, você esta em um estado péssimo. Disse Diego.
-depois que minha mãe me mordeu, o lado esquerdo do meu rosto ficou todo desse jeito.
O lado esquerdo do rosto do garoto estava vermelho, com as veias todas afloradas, e seu olho estava vermelho como o sangue.
-olha eu não sinto nada de diferente em mim, por mais surpreendente que pareça, não me sinto mal. É como se nada tivesse acontecido.
-é muito estranho, pois ate agora todos os que eu v que foram mordidos, viraram zumbis quase que instantâneo. Disse Carlo
-isso é verdade, mas eu não entendo é melhor nem tentar entender o que ouve com você garoto, mas como você se chama mesmo? Perguntou Diego.
-é mesmo, eu me chamo Ricardo, prazer. Falou o garoto, no mesmo instante que seu estomago.
-ele deve estar com fome, alias há quanto tempo você não come Ricardo? Perguntou Marta
-nossa eu comi faz uns dois dias atrás, acho que foi um...
-nossa coitado ele nem lembra o que comeu, venha entre vou preparar algo bom pra você comer. Disse Marta.
Ricardo ao se sentar na mesa com as garotas, acabou chorando um pouco.
-o que foi que você ta chorando? Perguntou Marcela.
-e que eu me lembrei de quando meus pais estavam vivos, de quando a gente se sentava na mesa toda tarde pra tomar café.
Enquanto isso na área da frente Carlo e Diego discutiam sobre como iriam sair daquele setor e continuar a seguir rumo ao shopping.
-olha por mim a gente pegava um carro e ia ate lá. Disse Diego.
-o problema e que não sabemos se a gasolina vai dar, não sabemos como esta o shopping, tem muitos fatores que deixam a gente com duvidas a ir pra lá.
-isso é verdade, mas agora temos que ficar de olho primeiro e naquele garoto, o tal de Ricardo, ele é estranho. Comentou Diego.
-é verdade, mas você não acha estranho ele ser mordido e não virar uma daquelas criaturas?
-como assim, o que você esta insinuando? Perguntou Diego.
-olha é estranho, tipo, se ele não virar zumbi, que acho que não vai, ele pode ter o antivírus em seu corpo, no seu sangue sei lá. Comentou Carlo.
Enquanto os dois conversavam, os zumbis do lado de fora acabaram derrubando um pedaço do muro, onde já estava velho, Carlo atirou em algum deles, enquanto Diego correu para dentro de casa e pediu para que todos ficassem dentro do quarto, e todos foram correndo sem perguntar nada.
Do nada alguns zumbis entraram pela porta da frente da sala, Diego logo pensou onde estaria Carlo, como poderia ter deixado aqueles zumbis entrar, pensou se Carlo estaria bem, mas não tinha muito tempo pra pensar.
Enquanto ele estava ali decepando os mortos, Carlo o gritou lá de cima do teclado.
-Diego suba no teclado, correndo.
-o que houve, eu estou conseguindo matar eles. Respondeu Diego já com a voz ofegante.
-o problema não é esse não, e que tem mais do eu simples mortos vivos aqui em frente, fale pras garotas não fazerem barulho e você corra aqui pra cima agora. Gritou Carlo que estava atirando.
Logo após Diego gritar para as garotas não fazerem barulho porque eles iam subir no telhado, um enorme bicho estava atacando os zumbis, era algo enorme, parecia um cachorro mais era enorme, e ao tinha pelos pelo corpo.
-aquilo deve ser alguma mutação que ouve nele, ele esta atacando os próprios mortos vivos. Disse Diego.
-mas como você sabe que é mutação? Perguntou Carlo enquanto atirava nos mortos.
-olha enquanto eu olhava na internet, descobri que tudo isso foi coisa do governo, enquanto eles pesquisavam sobre minerais algo aconteceu, e daí não sei mais nada.
-mas e ai o que isso tem a ver com mutação? Perguntou Carlo.
-a é, olha, e que depois disso tudo começaram a aparecer animais estranhos na cidade vizinha onde aconteceu o incidente, daí pesquisadores levaram um desses animais e descobriram que são animais normais, mas que tiveram mutações e ficaram agressivos depois de um tempo.
Enquanto os dois conversavam e prestavam atenção na criatura, uma das meninas gritou, lá de dentro do quarto.
-socorro, socorro...
Era a voz de Bruna, enquanto todas as garotas estavam dentro do quarto, Bruna não conseguiu entrar e acabou ficando dentro do banheiro, e algum mortos conseguiu abrir a porta e estava tentando entrar.
Carlo e Diego desceram correndo do telhado e entraram dentro de casa.
-Diego você vai salvar Bruna, mate os zumbis que estão no corredor que eu te dou cobertura pra ao deixar eles passarem pra lá, aproveite e tirem elas de dentro de casa e levem elas pra casa de seu tio.
Diego mesmo estando com medo de que acontecesse algo de ruim a Carlo, ele cortou todos os mortos ali presente e tirou Bruna do banheiro.
-gente vamos, correm, temos que pular o muro e ir ate a casa do meu tio. Disse Diego para todas as garotas e para Ricardo.
-Carlo, venha! Gritou Marta.
Diego puxou ela pelo braço.
-venha, subam no telhado que eu irei ajudar ele, andem subam.
Diego no mesmo instante correu para dentro da casa, mas não viu onde Carlo estava.
-Carlo, Carlo, onde você está?
Diego ficou preocupado por não achar Carlo, mas ele já estava ali dentro, e havia muitos mortos ali, ele correu para a porta do fundo onde ele podia sair e subir no telhado, mas e Carlo, onde estaria?