
Diego ao voltar e procurar por Carlo, não o viu, mas ele não podia ficar por ali logo por que os mortos estavam indo em sua direção.
Ele acabou saindo correndo para o fundo novamente mas ao correr ate metade da cozinha se deparou com aquela grande criatura nos fundos, ele apenas fechou a porta, pois preferiria atacar zumbis do que aquele monstro.
Diego com sua katana foi cortando os mortos, cabeças, braços, pernas todos foram cortados, ele estava cortando e andando pra frente, tentando assim chegar a porta de entrada e pular para a casa de seu tio, onde lá poderia tentar achar Carlo.
Ele apenas chegou na porta depois e algum tempo havia muitos mortos dentro de casa, mesmo assim, ele ao chegar na porta da frente se debateu com mais dezenas de mortos caminhando em sua direção.
Não havia como ele subir no muro pois tinha muitos mortos a sua volta ele apenas podia correr para o portão e sair a rua, mais isso era suicídio.
Mas mesmo sendo suicídio era a única solução que ele havia pensando de poder sair dali, imagina se aquela criatura o atacasse não ir ter volta.
Diego saiu correndo pelo portão passando pelos mortos que ali havia, ele não podia parar, tinha muitos, não ia conseguir matar todos.
-onde estará Diego? Perguntou Marcela para Marta
-isso eu não sei, eu também queria saber.
Enquanto as garotas e Ricardo estavam escondidos no telhado da casa do tio de Diego, Carlo aparece pulando de volta da casa da avó de Diego.
-nossa o Diego esta bem? Perguntou Carlo a Marta.
-como assim, ele voltou pra poder ajudar você. Disse Bruna.
-não era pra ele voltar, eu falei que ia dar um jeito de escapar de lá.
-como ele ia saber, ele ficou preocupado com você. Disse Marta.
-droga, quando vocês saíram da casa e vieram pra cá, eu apenas entrei na dispensa onde tem um alçapão que dava para o telhado, assim fui me rastejando ate aqui. Explicou Carlo.
-temos que achar ele, não quero nem pensar no que pode ter acontecido com ele. Disse Marcela.
Enquanto isso Diego correndo ainda pela rua viu um lote vago onde tinha uma arvore que com ela ele poderia subir e pular o muro, e assim conseguiria ir pulando de telhado em telhado ate chegar na casa de seu tio novamente.
-então vamos ter que sair daqui e procurar ele. Disse Marcela.
-mas como vamos saber onde ele está, nem sabemos se ele esta vivo mais. Disse Ricardo.
-Marta olhou para ele com uma enorme vontade de esganá-lo.
-acho melhor todos nos esperarmos aqui e ver se ele aparece. Opinou Bruna.
-não podemos se aquela criatura ver a gente aqui, nos vamos virar comida dela, e devem ter muitas outras dela por ai. Disse Carlo.
-vocês vão e eu fico aqui esperando ele. Disse Ricardo.
Todos olharam para ele, e ficaram imaginando o por que dele ter falado aquilo, por que estaria arriscando sua vida por Diego.
-olha, como eu já estou infectado, não acho perigoso eu ficar aqui esperando ele, acho melhor vocês irem para algum lugar e quando ele chegar, nos iremos ate vocês.
-mas para que lugar? Perguntou Bruna
-o Diego queria ir para o shopping. Alertou Carlo.
-mas lá é perigoso não sabemos o que iremos encontrar lá. Disse Marta.
-mas é o único lugar onde podemos nos refugiar por um tempo, é o lugar mais perto onde consegui pensar. Falou Carlo.
-tudo bem então descemos ate a garagem e pegamos o carro. Finalizou Marta.
-ate mais ver Ricardo, e tome cuidado, tome esta faca se precisar. Disse Carlo lhe entregando a pequena faca.
Ao subir na arvore Diego consegue pular para dentro do muro da casa. Ao entrar ele fica surpreso pelo tanto de sangue que havia ali naquele local. Era tanto que ate parecia que tinha chovido sangue o daí todo.
Mas após andar um pouco descobriu do que era aquele sangue, havia um cachorro sem cabeça no chão, Diego não ficou preocupado, pois sabia que não havia perigo do cachorro levantar.
Ele apenas olhou em volta da casa para ver se não tinha nenhum perigo de ter algum morto vivo por ali, após ver que não tinha perigo olhou as maçanetas das portas se estavam trancadas, pois queria entrar, já estava escuro.
Não ia poder ficar pulando de casa em casa pelo fato de estar só e de que também era muito perigoso, Diego arrombou a porta e entrou com bastante cuidado.
Quando entrou viu que a casa estava em perfeita ordem não havia marcas de sangue nem de nada, acreditou que os moradores não estariam ali. Foi entrando nos cômodos e estava certo, a casa estava vazia. Ele apenas trancou a porta e foi preparar algo para comer, pois estava com muita fome.
Aquela noite seria muito longo, pois queria saber como esta sua família, estava com saudade de Marcela, queria saber onde Carlo estava.
Enquanto isso os outros seguiam em direção ao shopping no carro.
-olha aquela rua esta fechada não tem como a gente ir por lá, corta caminho por aqui Carlo. Disse Marta
Se você quiser dormir com os outros pode dormir, eu me viro aqui. Comentou Carlo com Marta.
No carro estava Carlo dirigindo, Marta no Banco de passageiro e os outros estavam dormindo no banco de trás.
-não vou dormi, só depois que chegar lá, falta pouco.
-tudo bem então, tenho que seguir devagar assim, pra não chamar a atenção de nada.
Os dois seguiram em frente ate chegar numa avenida conhecida, onde seguindo reto ela se podia chegar no shopping em apenas alguns minutos.
-de agora é só seguir meu amor, chegando lá vou tomar um banho e comer to com fome. Disse Carlo.
-estou preocupada com Diego, será que ele esta bem agora?
-deve estar, alem do mais ele...
Quando Carlo estava conversando com Marta, do nada, apareceu mortos vivos do nada, eram tantos em volta do carro que era ate complicado de passar.
Carlo então resolveu fazer uma pequena manobra com o carro, e seguir para a outra pista onde teve que cortar caminho por uma outra rua.
Enquanto isso Diego no quarto trocando de roupa depois de ter tomado um banho rápido, então decidiu ir ate a sala pra ver se algo na televisão estava passando ou se tinha algum filme, ele não ia conseguir dormi, desde que começou esse inferno ele não dormia.
Mas a chegar na sala, e ligar a luz da sala Diego se deparou com algo que o fez assustar.
